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Praia Brava Itajaí – 2018

terça-feira, 9 de janeiro de 2018
Praia Brava Itajaí - 2018

Praia Brava Itajaí - 2018

Praia Brava Norte, 06 de Janeiro de 2018.

Mágica, como sempre.

Guarda-sóis e cadeiras na orla da Praia Brava

domingo, 10 de dezembro de 2017
Praia Brava em Dia de Sol - Foto: @kakowaldrich

Praia Brava em Dia de Sol - Foto: @kakowaldrich

Toda temporada, é o mesmo mimimi.

Nesta página, onde a foto acima foi publicada, um leitor comentou:

Linda seria se os bares não tomassem conta da praia e não deixassem metade da praia reservada mesmo sem cliente. Toda temporada é a mesma história. Falta de respeito com os moradores.

Gente, primeiro que a orla da praia é bem extensa. Há espaço para todos.

Segundo, que como se vê na foto, todos os guarda-sóis e cadeiras estão ocupados, sinal que a galera da praia curte bastante esse tipo de estrutura. Assim, consomem petiscos e bebidas nos respectivos bares, usam de suas estruturas de banheiros e chuveiros, e todos saem felizes. Turistas satisfeitos, comerciantes satisfeitos.

Menos os ~ moradores ~ que se acham donos de um espaço que é público, e que só é usado pelos comerciantes durante pouquíssimos dias do ano.

***

Foto: Retirada daqui. Autor.

Brava Norte

domingo, 10 de dezembro de 2017
Praia Brava Norte - 09 12 2017

Praia Brava Norte - 09 12 2017

Especulação Imobiliária na Praia Brava

sexta-feira, 8 de abril de 2016
Canto do Morcego começa a partir da lagoa e representa toda parte norte da Praia Brava - Foto: Marcos Porto

Canto do Morcego - Praia Brava Norte - Foto: Marcos Porto

Especulação Imobiliária na Praia Brava - itajai

Especulação Imobiliária na Praia Brava - Itajai

De 5 anos pra cá, os prédios mudaram a paisagem local - Foto: Marcos Porto

De 5 anos pra cá, os prédios mudaram a paisagem local - Foto: Marcos Porto

Quem é a favor

Sem arranha-céus
— As pessoas não conhecem o efeito da nova lei, ela é melhor para o meio ambiente do que a anterior. A intenção dos proprietários é que aquilo cresça de forma ordenada e sustentável. Ninguém quer fazer arranha-céus, eles só querem seu direito de propriedade. Só irão construir onde é autorizado e se o órgão ambiental não autorizar, não vão construir. Acho difícil que se mude essa decisão — Celso Almeida da Silva, advogado que representa a Associações dos Proprietários da Praia Brava Norte (Aprobrava).

Mais preservação
— Quando a nova lei de zoneamento foi aprovada na Câmara, todos os vereadores estavam cientes da proposta. Ela não é maléfica para o norte da Praia Brava. Acredito que se está cumprindo a lei. Comparando com a anterior, essa lei é melhor. Ela protege muito mais o meio ambiente porque preserva praticamente toda primeira quadra da praia. Aprovamos com a consciência tranquila, tanto é que ela foi mantida — Osvaldo Gern, presidente da Câmara de Vereadores de Itajaí.

Lei com limites
— Sou contra a transformação da área em Área de Preservação Permanente. Não vejo que o local deva ter prédios gigantes, mas construções dentro de um limite — alega Rodrigo Baldissarela, empresário da construção civil.

Quem é contra

Natureza ameaçada
— O único lugar que sobrou foi o Canto do Morcego, um espaço de paisagem, muito bonito, onde existe ainda uma paz. Como atleta profissional de surf, que vive ligado diariamente com a natureza, fico muito triste em poder chegar de uma viagem e não ter mais o Canto do Morcego como é. Espero que a galera se reúna e consiga segurar ainda o Canto do Morcego — afirma Matheus Navarro, surfista profissional.

Legislação ambiental em jogo
— Com essa lei são permitidos usos que não condizem com a legislação. A lei não só fere as intenções iniciais que o Plano Diretor tinha, como fere o código florestal devido ao status de APP que o canto tem, além de atender os interesses bem claros desses empresários e construtoras. Essa lei foi aprovada e publicada no dia 31 de dezembro de 2012 em uma sessão extraordinária feita na câmara. Já o Plano Diretor foi construído de forma participativa e não existe motivo para comparar com a lei de 1989. A legislação de zoneamento precisa estar adequada ao plano e isso está descrito na lei — reforça Sabrina Schneider, presidente da União dos Amigos da Brava (Unibrava).

Lei precisa de nova análise
—É preciso que a Câmara de Vereadores volte a discutir o assunto e por isto eu questiono a lei de zoneamento. Sou contrária às construções no canto norte, essa área deveria ser um parque natural. Eu acho que as pessoas não deveriam se animar com essa decisão, tem muita inconsistência jurídica fazer um investimento em um imóvel neste local — afirma Anna Carolina Martins, vereadora.

Na internet

“Seguindo BC na devastação das áreas verdes. O morro do Careca já é um absurdo de se olhar. Que justiça é esta que deixa que façam o que querem a revelia da vontade popular?”
Lilian Castro, via Facebook

“É uma decisão lamentável que precisa ser revista. A indústria da construção civil não pode degradar os locais onde a natureza é a grande atração.”
Alvaro Nerto, via Blog Guarda-sol

“É uma vergonha o que estão permitindo que se faça em Itajaí. O povo tem que se unir e protestar com veemência, pois senão em breve não teremos mais áreas verdes na cidade, todas serão destruídas sob a desculpa esfarrapada do progresso.”
João do Nascimento, via Blog Guarda-Sol

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Fonte

Praia Brava ou Praia do Corrêa?

sábado, 28 de janeiro de 2012

Recebi o texto abaixo por email em 1º de dezembro de 2011 do Escritor Isaque de Borba Corrêa:

“Li as suas explicações acerca dos nomes Brava e Amores. Na minha opinião esse nome “Praia dos Amores” é no fundo um nome pejorativo, haja vista as “putarias” que acontecia, em especial na Prainha (Praia do Corrêa) e Praia do Buraco. (Q.V. mapa de 1967 – BC e de Silveira Junior -1951) Como essa cidade sempre foi administrado por gente que nunca teve identidade cultural nenhuma com a nossa cidade, os nome originais para eles não significam nada. Ai qualquer abobado que coloca um nome, é aceito com a maior naturalidade em detrimento aos nomes originais.

Concluindo, acabaram institucionalizando a parte balnear da Brava com sendo a dos amores. Menos mal, para Balneário, pois empurrou para um pouco mais longe, esse nome que esconde a pejoratividade das sacanagens que até hoje permanecem.

Outro exemplo é a Praia do Coco. Coisa de um abobado que botou esse nome e acabou se espalhando e que de fato ninguém sabe onde é, mas que geralmente é atribuída à do Buraco, que por influência do forte empreendimento ali, o nome original “Buraco” está prevalecendo.

A Santa Clara, antigamente se referia, mais ao lugar – digamos a parte alodial da Praia Brava, ou seja a parte mais ao oeste – a praia em si não era tida como “Praia Santa Clara” mas sim todo aquele tabuleiro que dá acesso à praia Brava, pela parte mais ao norte.

Vamos valorizar a nossa história, nossa cultura, prestigiando os nomes originais.

Muito obrigado

Isaque de Borba Corrêa
Escritor”

Abaixo, o mapa referido acima, enviado pelo próprio Isaque (clique para ampliar):

Mapa de Balneário Camboriú de 1967

Mapa de Balneário Camboriú de 1967

Comentário

Concordo com o leitor Isaque quanto à preservação de nossa história e cultura.

Particularmente, MUITO particularmente, não vejo nada demais quanto ao nome Praia dos Amores, mesmo apesar dessas putarias que ocorriam no local. Querendo ou não, isso faz parte da natureza humana e o que chamamos de “putaria” já ditou e definiu o rumo da história por vezes e vezes ao redor do mundo. Aqui não foi diferente.

Quanto ao termo “Santa Clara”, tenho um mapa antigo aqui de Itajaí, da década de 80/90 onde consta o termo “Balneário de Santa Clara”, o que justificou meu comentário no texto sobre a história da Praia Brava. Contudo, entendi perfeitamente o comentário do leitor Isaque Corrêa e o agradeço por permitir publicá-lo aqui.

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